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FLASH

Flash foi desenvolvido como Projeto Final de curso na Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! Os estudos começaram em 2015, com muita imersão, questionamentos, aprendizados e experiências, as quais nos levaram em 2016 a uma instalação interativa para a Mostra Kambiantes, cujo proposito era a experimentação e a união das linguagens audiovisual e multimídia, bem como quebrar paradigmas na construção da narrativa e mostrar a importância e o valor das partes diferentes na composição de um projeto.

   A proposta nasceu com base na música Flash, da banda Líquen, no qual o objetivo inicial e ainda almejado, é a construção de um vídeo clipe interativo, mas sua primeira saída se deu na Mostra Kambiantes como um curta experimental de construção colaborativa, no qual levantamos o questionamento de “O que passa como um flash?”, convidando assim as pessoas a enviarem pequenos textos, poemas, frases, cartas, haikais, entre outros, colocando seu ponto de vista sobre a frase  afim de mostrar a importância e o valor das partes diferentes, após o recebimento desse material fizemos a seleção e construímos uma narrativa única.

   A proposta nasceu com base na música Flash, da banda Líquen, no qual o objetivo inicial e ainda almejado, é a construção de um vídeo clipe interativo, mas sua primeira saída se deu na Mostra Kambiantes (mostra final da 4º turma da Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum!) como um curta experimental de construção colaborativa, no qual levantamos o questionamento de “O que passa como um flash?”, convidando assim as pessoas a enviarem pequenos textos, poemas, frases, cartas, haikais, entre outros, colocando seu ponto de vista sobre a frase  afim de mostrar a importância e o valor das partes diferentes, após o recebimento desse material fizemos a seleção e construímos uma narrativa única. Uma forma de agregar uma diversidade de pontos de vista ao trabalho, o qual apos uma seleção e montagem, se resultou na narrativa do projeto.

   Com a narrativa pronta, convidamos os colaboradores para as gravações. Onde cada pessoa interpretou o texto de acordo com a sua percepção e emoção. Um desafio e uma experiência incrível, gravamos com aproximadamente 20 pessoas o texto completo, para que tivéssemos de fato a representação de diversidade em todo o desenvolvimento do projeto. Assim, na montagem selecionamos e fragmentamos as falas, para que cada pessoa representasse uma determinada parte.

   Em paralelo, elaboramos uma  segunda montagem, composta por experimentações com luz, tinta e em cenas específicas para contextualizar a narrativa. Esse processo foi um fator determinante para a construção da interatividade, na qual tínhamos 2 vídeos finais e apenas uma tela de exibição, sendo assim o usuário tinha o poder de escolher qual gostaria de visualizar, bem como inserir e controlar filtros na montagem básica. Ao movimentar o usuário  controlava os filtros, incluindo o da opacidade, que permitia visualizar e brincar com a sobreposição dos vídeos. Através de botões ele escolhia qual filtro desejava.

 

Abaixo o making of das gravações e algumas imagens.

Flash foi a nossa primeira experimentação e de onde cresceu o desejo de produzir trabalhos nesta perspectiva colaborativa.

 

Flash não é de uma ou duas, Flash é de todos. E agradecemos a cada um que contribuiu direta ou indiretamente para tornar real essa construção, sem vocês nada disso teria sido possível.

Laboratório Aberto de Experimentação Artistica e Cultural 

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